quinta-feira, 17 de março de 2011


Se não...

A única liberdade que existe é a morte,
Pois tudo é um berço de ilusão,
Que o amor é a razão,
E os pensamentos são conhecimentos.

Se não existe liberdade...
Não existe a morte.

Se não existe amor...
Não existe a vida.

Se a morte e o amor forem separados,
o que restará, será apenas cinzas.


Autora: Daniela Souza

Olhos tristes

Vejo em teus olhos tristes,
A apoteose do teu sentimento,
Que há neste momento,
Existe apenas a sombras,
Onde a tua inocência se desvanece,
E tua luz se aquece,
O teu realismo tem vida,
Que somente em ti és vivida,
A tua anatomia tem caráter,
Como a necrofilia é a morte,
Que habita nestes olhos tristes.

Autora: Daniela Souza

Tua ausência

Tua ausência dói,
Tua ausência destrói,
Tua ausência derruba,
Tua ausência levanta,
Tua ausência mata,
Tua ausência, é apenas a ausência de tua existência.


Autora: Daniela Souza

Coração Solitário

Sinto tanto neste coração solitário,
Sinto o vento que sopra em silêncio,
Sinto o fogo que arde em chamas,
Sinto a morte que me liberta,
Sinto... E como sinto !

Coração solitário, que me afaga,
Num estado insípido da tua chaga.
Coração solitário que vives calado,
Como o sangue que me corroí as veias.

Vinhestes estes ventos sombrios,
ventos tristes, ventos frios...
Para que teu silêncio,
Morra! Em teu sopro tua hipocrisia.

E este fogo insensato,
Que não me é lúcido,
Transborda frio e calculista,
Só observando, as chamas vazias.

O estranho é viver, como um morto vivo,
Pois quando nascemos estamos morrendo,
Agora um novo começo, é a libertação
Que é certa, como a morte é concreta.

Sinto... Mais que isto!
Apenas a morte, me deixas vivo...


Autora: Daniela Souza

Poemas


Desilusão

Por você sinto a dor...
Por você sinto o vazio...
Por você sinto o fogo insano...
Que me machucar, deixando-me sem vontade de viver ....

Autora: Daniela Souza

terça-feira, 15 de março de 2011

De tanto sofrer, Nos tornamos Masoquistas.

Autora: Daniela Souza.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Poemas

Mórbido

Minhas lágrimas soavam ao teu olhar,
Meus olhos sangravam ao teu acariciar,
E eu, desperdiçava minha vida a te amar;

Lágrimas que jamais irão cair por outro alguém
O sangue que derramei, beberei e vomitarei,
Por mais que esse amor seja ardente, irei apaga-lo.

Nada se compara e contudo se exala,
E a morte que me cabe, não me veem,
E com isso me entreguei.

Olhas te se, és verdadeiras mentes difamador do profano.
Eis que sempre serei sua escrava, sim serei,
Até que me venha á insana loucura da morte.

Autora: Daniela Souza