Mórbido
Minhas lágrimas soavam ao teu olhar,
Meus olhos sangravam ao teu acariciar,
E eu, desperdiçava minha vida a te amar;
Lágrimas que jamais irão cair por outro alguém
O sangue que derramei, beberei e vomitarei,
Por mais que esse amor seja ardente, irei apaga-lo.
Nada se compara e contudo se exala,
E a morte que me cabe, não me veem,
E com isso me entreguei.
Olhas te se, és verdadeiras mentes difamador do profano.
Eis que sempre serei sua escrava, sim serei,
Até que me venha á insana loucura da morte.
Autora: Daniela Souza
Meus olhos sangravam ao teu acariciar,
E eu, desperdiçava minha vida a te amar;
Lágrimas que jamais irão cair por outro alguém
O sangue que derramei, beberei e vomitarei,
Por mais que esse amor seja ardente, irei apaga-lo.
Nada se compara e contudo se exala,
E a morte que me cabe, não me veem,
E com isso me entreguei.
Olhas te se, és verdadeiras mentes difamador do profano.
Eis que sempre serei sua escrava, sim serei,
Até que me venha á insana loucura da morte.
Autora: Daniela Souza
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