segunda-feira, 14 de março de 2011

Poemas

Mórbido

Minhas lágrimas soavam ao teu olhar,
Meus olhos sangravam ao teu acariciar,
E eu, desperdiçava minha vida a te amar;

Lágrimas que jamais irão cair por outro alguém
O sangue que derramei, beberei e vomitarei,
Por mais que esse amor seja ardente, irei apaga-lo.

Nada se compara e contudo se exala,
E a morte que me cabe, não me veem,
E com isso me entreguei.

Olhas te se, és verdadeiras mentes difamador do profano.
Eis que sempre serei sua escrava, sim serei,
Até que me venha á insana loucura da morte.

Autora: Daniela Souza

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